7 de fevereiro de 2016

Workshop: "Monitoramento Eleitoral & Participação Civica nas Eleições"



Enquadrado na minha formação como Observador Eleitoral Doméstico lancei o convite para partilhar conhecimentos sobre "Monitoramento Eleitoral & Participação Cívica nas Eleições". Foi um evento gratuíto e aberto a todos e decorreu sábado, 6 de fevereiro, na Universidade Lusófona Cabo Verde (situada em Palmarejo – Rotunda Brás).



E, na máxima de “poucos, mas bons”, estivemos das 16 as 18 horas a discutir temas como o sistema eleitoral em Cabo Verde, com são feitas as eleições no nosso país, que tipos de ilícitos podem ocorrer durante as campanhas e o escrutínio, qual o enquadramento do Código Eleitoral para diversos casos práticos de irregularidades, e também como o cidadão-eleitor pode ter uma participação activa na observação eleitoral.


Muito agradecido a todos os que participaram nesta troca de experiências neste tema muito importante como é a participação activa do cidadão-eleitor na vida política nacional, ainda mais quando se aproxima as eleições em Cabo Verde.

Minhas propostas no VI Encontro de Escritores de Língua Portuguesa - UCCLA



A convite da UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, estive integrado no painel dedicado ao Novos Escritores de Cabo Verde, enquadrado no VI Encontro dos Escritores de Língua Portuguesa. Foi um painel em que acompanhei autores de grande valor, como  Carmelinda GonçalvesChissana MagalhãesDâmaso Vaz, Débora Sanches, Eileen Barbosa, Natacha MagalhãesSilvino Lopes Évora. Ficou a faltar na lista dos que estavam anunciados o meu amigo Helder Fortes que por razões pessoais esteve em São Vicente.

Foi na terça-feira (2 de fevereiro) e revelou-se um momento muito intenso de partilha com meus colegas novos autores e também com o público que nos honrou com sua presença, recomendações, observações e também críticas construtivas.

Painel do Novos Escritores de Cabo Verde: (da esquerda) Carmelinda Gonçalves; Chissana Magalhães; Dai Varela; Dâmaso Vaz; Débora Sanches; Ana Paula Tavares [Moderadora]; Eileen Barbosa, Natacha Magalhães; Silvino Lopes Évora


Coloco aqui parte da minha intervenção no VI Encontro dos Escritores de Língua Portuguesa em Cabo Verde, promovido pela UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa - em colaboração com a Câmara Municipal da Praia, e que decorre na cidade da Praia - Cabo Verde.


Como afirmei no encontro dedicado aos Novos Escritores, vejo a questão da produção literária nacional em três níveis: os autores, as editoras e o Estado. Temos poucas publicações e muitos autores ou putativos autores. Este facto leva há que não exista nenhuma editora especializada no género infanto-juvenil, o que vai contra a corrente porque basta estar-se actualizado com os dados internacionais para saber que quem impulsiona fortemente as vendas do livro imprenso é o público jovem.

Estatuto do Livro Infanto-Juvenil

Porque acredito que proteger esta área tão frágil significa apostar no enriquecimento literário, artístico e intelectual do povo de Cabo Verde, proponho que seja criado o Estatuto do Livro Infanto-Juvenil, um instrumento que não só lhe reconheça o valor artístico, mas que crie as condições da sua expansão. Com este Estatuto o livro Infanto-Juvenil nacional não deverá pagar taxas alfandegarias para sua importação, e o valor de envio por Correios dentro de Cabo Verde terá um preço reduzido e suportado pelo Estado. A comunicação social dá uma atenção relativa a esta produção literária, mas com esse Estatuto seria possível fazer-se publicidade dos livros a um preço reduzido. Pode-se também deduzir do imposto as despesas efetivamente despendidas com a publicação das obras deste género.

Outras Propostas

Como sabem, o papel de formar, informar e distrair as crianças-leitoras não pode nem deve ser assumido apenas pelos autores. Os pais, e professores, e o Estado (na forma das suas instituições) também têm um papel importante neste processo.

Contudo, para mim, o problema está mais a montante, ou seja, no Estado, e por isso trago algumas propostas aqui:

Cabe ao Estado criar as oportunidades de desenvolvimento do gosto da leitura, principalmente ao disponibilizar ou facilitar o acesso às obras nacionais. A escola, desde o pré-escolar, é o local propício para assegurar a atenção da criança-leitora, mesmo que seja usando a literatura no seu aspecto utilitário, informativo ou pedagógico.

Cabo Verde dispõe de 526 estabelecimentos de educação ou ensino pré-escolar, 420 unidades de Ensino Básico e 50 do Ensino Secundário; Porque é que não se consegue alcançar este público com os livros infantis? Talvez porque o Ministério da Educação não tem um plano de leitura para incentivar o descobrir dos autores nacionais. Não há projectos de leitura e, consequentemente, não há disponibilização de livros e contacto com os autores e ilustradores.

É preciso desenvolver-se técnicas de incentivo ao hábito de leitura através de programas de pequena escala e itinerantes. Falo, por exemplo, de semanalmente montar a mesma tenda de leitura em diferentes escolas.

É preciso envolver-se as comunidades na criação de minibibliotecas infantis que serão com certeza acarinhadas pelos autores nacionais.

No nosso país, em 2015, estimavam-se cerca de 525 mil pessoas residentes. Destes, o número de jovens (pessoas entre os zero a 14 anos de idade) era de 155 mil pessoas. Com um público-alvo deste tamanho, porque é que editamos tiragens de 500 exemplares e temos dificuldades em vender livros?

Também proponho que o Ministério da Educação deve incentivar o professor a aperfeiçoar a sua formação na literatura nacional. O professor deve conhecer antes de procurar alargar o leque de leitura do aluno.

Os professores podem despertar a interacção dos alunos através de visitas às bibliotecas. Mesmo que a criança-leitora não pretenda escrever um livro, para ela se tornar um profissional de excelência é preciso ler muitos livros.

A escola pode promover o jornal de parede, mas que tenha espaço para a literatura.

Temos 22 municípios em Cabo Verde e um Ministério da Cultura. Quantos concursos de literatura temos anualmente? Políticos da minha terra, façam concursos de literatura, mesmo que tenham prémios simbólicos.

O Ministério do Ensino Superior e Inovação pode incentivar a pesquisa da literatura infanto-juvenil nacional no ensino superior e destacar os melhores trabalhos.

Um dos maiores problemas para os novos autores ou autores independentes é a distribuição. É preciso encontrar-se novas formas de circulação das obras. Para isso o Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro pode criar canais de facilitação de distribuição nos postos de venda em todas as ilhas. Em termos internacionais, o Ministério das Relações Exteriores pode criar canais para fazer chegar os livros nas Embaixadas e Consulados espalhados pelo Mundo e divulgar nossa produção.

Depois irei disponibilizar todo o texto para quem se interessa pelo tema, mas como pretendo usá-lo como base para um projecto maior vou trabalhá-lo melhor. Abraço e boas leituras...

VEJA TAMBÉM

Jornal de Letras de Portugal destaca novos autores de Cabo Verde 

Veja a reportagem que a Televisão de Cabo Verde fez sobre o Painel dos Novos Escritores de Cabo Verde:

13 de dezembro de 2015

Ser Observador Eleitoral em Cabo Verde



Recentemente terminei minha formação de Observador Eleitoral Doméstico.

Realizado pela Plataforma das ONG de Cabo Verde, este Curso de Observação Eleitoral decorreu de 7 a 11 de Dezembro na cidade da Praia destinado a representantes da sociedade civil, enquadrado no “Projeto de Capacitação e empoderamento de Organizações da Sociedade Civil de Cabo Verde, para Participação nos Processos Eleitorais”.

Finalistas do Curso de Observadores Eleitorais (na cidade da Praia)


Cabo Verde tem um quadro legal regulador reconhecido como moderno e com eleições regulares consideradas livres, justas e democráticas. Entretanto, apenas eleições regulares não significam que Cabo Verde seja um país democrático. Uma das razões para tal é que se faz necessário que tenha um conjunto de leis e que os cidadãos se revejam nestas leis e ainda estes devem trabalhar em prol da dignidade da comunidade. E ao haver eleições honestas, todos deverão ter os mesmos direitos de votar e concorrer aos mandatos e também de se expressarem livremente. As pessoas deverão ter o direito de informarem e de serem informados e poderem livremente se manifestar, tanto individualmente como de forma pública, nos assuntos que dizem respeito ao Estado. Outros elementos essenciais do sistema democrático é liberdade de criação de partidos políticos e o financiamento político (partidário e eleitoral). Por isso que, juntamente com eleições regulares, são precisos várias outras condições para se dizer que Cabo Verde é um país democrático.

5 de novembro de 2015

O que desvirgina a alma?



Mas, e o que desvirginiza a alma? Qual arte me penetra fundo no espírito e provoca espasmos de prazer? Hoje procuro saber por onde sinto a arte no momento que antecede meu prazer.

O que desvirgina não será, talvez, o contacto. Basta lembrar que há tantas formas de arte que se encontram no intangível. Acredito que aquilo que desvirgina não será o contacto. Nem mesmo o contacto com a própria arte desvirginiza a alma. Minha arte não me desflora porque o acto de a criar não é arte e seu resultado não poderia ter o efeito de desvirgino porque cada anterior acto criativo é uma penetração na alma. Usada, a alma tem gozo, mas não é desflorada por criação própria.

Minha arte deixa minha alma usada, mas não desvirginada. O resultado não é desconhecido, mesmo que no mundo material tal nunca tenha existido. Minha criação não me surpreende, logo, não me desflora.

Será a própria consciência do desvirginizar que o concretiza? Mas como ter consciência de algo desconhecido? Preciso seria saber o que é o desvirginar da alma para reconhecer sua ocorrência. Contudo, para saber tenho que o viver e para o viver preciso reconhecê-lo. Então, será meu desflorar apenas o concretizar das experiências do desvirginizar do outro? Se assim for, que meu desflorar artístico seja baseado na experiência mais intensa, mais perto do êxtase e do sublime. E, quando conhecer esta experiência, transgredi-la.

E bo, qual forma de arte te desflora os sentidos?

Portugal: apresentação do meu livro "A fita cor-de-rosa"



Estive em Portugal para sua apresentação. Será no dia 24 de Setembro (quinta-feira), nas instalações da Associação Caboverdeana (ACV), em Lisboa, uma bela parceria. Foi mais um momento intenso de partilha e contacto com pessoas que já conheciam ou queriam conhecer a minha obra. Adorei. 

A primeira edição do livro “A fita cor-de-rosa” foi lançada em 2014 na cidade do Mindelo [São Vicente – Cabo Verde] e vendeu todos os exemplares (ainda devo estar a gastar o dinheiro deste best-seller crioulo).

O enredo do conto "A fita cor-de-rosa" situa-se na nossa ilhota deserta e conta a estória de uma gata janota que reinava sozinha no local mas ansiava por um amor. Até um dia que consegue capturar um pombo cheio de cores que sempre quis comer. Mas antes de o devorar, o pombo promete-lhe que se o deixar partir iria voltar com um companheiro para amar. Trato feito, o pombo tempos depois regressa como prometido mas no final traz-lhe algo que não esperava...

Ah, já me ia esquecendo: o conto foi distinguido com “Menção Honrosa” no Concurso Lusófono de Trofa – Conto Infantil 2013, entre 252 outros textos de vários países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

A segunda edição foi apresentada na cidade da Praia [Santiago - Cabo Verde] em 2015 e distribuída por diversos pontos de venda pelo arquipélago e continuo à espera de ficar milionário com as vendas.


Lembre-te que no dia 20 de Setembro (domingo) estive na Casa da Cultura, em Baan 6, Roterdão, justim lá no prédio do Consulado Geral de Cabo Verde na Holanda, a apresentar a obra. Um sucesso (na minha perspectiva, claro kkkk)


Esta apresentação na Holanda foi feita em parceria com a STICHTING KAFUKA - Foundation for Capeverdean Art & Culture. Para mais contatos é só dar o Guy Ramos Sr. fala através de 0628753834.

Veja aqui abaixo as imagens bonitas da apresentação em Portugal:



























Tenho mais imagens que podem ser vistas ao clicar aqui


12 de outubro de 2015

Veja o trailer do documentário da arte e técnica do cavaquinho de Cabo Verde



E já está! Já temos o primeiro vídeo com o trailer do documentário produzido em Cabo Verde com foco na construção do cavaquinho.

A dupla de produtores, Rolf Johansson e Alexander Lindblad disponibilizaram online as primeiras imagens que acompanham a fabricação artesanal dos instrumentos na oficina do construtor Aniceto. Pode-se notar que a linguagem fílmica dá destaque a esta particularidade da construção manual e artesanal. É como se para quem vem de um país industrializado esta realização manual se torna até mesmo objeto de contemplação. 


Já antes o jornal sueco “DALA-DEMOKRATEN” dava conta deste projecto que tenta captar o significado deste instrumento de cordas para o povo das ilhas. Falaram também das dificuldades que é construir numa ilha que quase não tem árvores para servirem de matéria-prima. Interessante notar que coisas que se tornaram normais na nossa terra, como fechar a Rua de Lisboa para concertos ou altas temperaturas capazes de bloquear a máquina de filmar, são pontos notados pelos visitantes como parte desta aventura.

Fico muito feliz de ver que este trabalho que colaborei como facilitador/tradutor se encontra em bom ritmo de pós-produção. Agora é esperar pelo documentário que se pretende divulgar na Suécia e em outros países.

Para saber mais sobre este projecto click aqui


23 de setembro de 2015

Convite para a apresentação do meu livro ilustrado em Lisboa



É com enorme prazer que vos convido para a apresentação do meu livro ilustrado "A fita cor-de-rosa" que acontece em Portugal.

Será no dia 24 de Setembro (quinta-feira), nas instalações da Associação Caboverdeana (ACV), em Lisboa, na Rua Duque de Palmela n.º 2 – 8º - 1250-098 Marquês de Pombal. A apresentação estará a cargo da Celina Pereira.

Saiba mais informações aqui

Odair Varela

Eu e a Celina Pereira já estamos prontos para a
apresentação do meu livro ilustrado "A fita cor-de-rosa", em Portugal


21 de setembro de 2015

Apresentação do meu livro ilustrado "A fita cor-de-rosa" na Holanda



Estive no dia 20 de Setembro de 2015 a apresentar meu livro ilustrado, "A fita cor-de-rosa", na cidade de Roterdão, na Holanda. (Para saber mais click aqui)

Partilho aqui algumas imagens da calorosa recepção da nossa comunidade para conhecer a obra e me dar um abraço de carinho, num evento realizado na Casa da Cultura, em Baan 6, Roterdão, no prédio do Consulado Geral de Cabo Verde na Holanda.


Um momento intenso e emocionante de partilhar minha obra com a nossa comunidade.

Meu profundo agradecimento aos amigos do STICHTING KAFUKA pelo carinho, amizade e disponibilidade para me ajudar a concretizar este momento especial.

Obrigado a todos que contribuíram e obrigado também a todos os que aceitaram o convite. Só gente simpática e bonita.












O apresentador, António Veríssimo




Cealdino Oliveira animou o início do evento com a sua boa música



14 de setembro de 2015

Convite para a apresentação do meu livro ilustrado na Holanda e Portugal



O autor, Odair Varela Rodrigues, (eu mesmo) apresento meu livro ilustrado “A fita cor-de-rosa” na Holanda.


Pois é, estarei no dia 20 de Setembro (domingo) na Casa da Cultura, em Baan 6, Roterdão, justim lá no prédio do Consulado Geral de Cabo Verde na Holanda. Marca no teu lembrete para as 14:30 de zondag (quer dizer domingo em holandês).


Mas também estarei em Portugal para sua apresentação. Será no dia 24 de Setembro (quinta-feira), nas instalações da Associação Caboverdeana (ACV), em Lisboa, na Rua Duque de Palmela n.º 2 – 8º - 1250-098 Marquês de Pombal.



A primeira edição do livro “A fita cor-de-rosa” foi lançada em 2014 na cidade do Mindelo [São Vicente – Cabo Verde] e vendeu todos os exemplares (ainda devo estar a gastar o dinheiro deste best-seller crioulo).



O enredo do conto "A fita cor-de-rosa" situa-se na nossa ilhota deserta e conta a estória de uma gata janota que reinava sozinha no local mas ansiava por um amor. Até um dia que consegue capturar um pombo cheio de cores que sempre quis comer. Mas antes de o devorar, o pombo promete-lhe que se o deixar partir iria voltar com um companheiro para amar. Trato feito, o pombo tempos depois regressa como prometido mas no final traz-lhe algo que não esperava...


Ah, já me ia esquecendo: o conto foi distinguido com “Menção Honrosa” no Concurso Lusófono de Trofa – Conto Infantil 2013, entre 252 outros textos de vários países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

A segunda edição foi apresentada na cidade da Praia [Santiago - Cabo Verde] em 2015 e distribuída por diversos pontos de venda pelo arquipélago e continuo à espera de ficar milionário com as vendas.

Esta apresentação na Holanda é feita em parceria com a STICHTING KAFUKA - Foundation for Capeverdean Art & Culture. Para mais contatos é só dar o Guy Ramos fala através de 0628753834.

Veja o vídeo feito em Roterdão para dar conta das apresentações na Europa:



Odair Varela em Roterdão (Escritor, jornalista e professor Universitário)
Posted by Editora Brial on Sábado, 12 de Setembro de 2015

O que diz quem leu “A fita cor-de-rosa”

Em seguida transcrevo as percepções de pessoas que tiveram contacto com o livro após sua publicação e que fizeram apreciações públicas:


“Este não é mais um livro para crianças mas sim O LIVRO para crianças” – Didier Tedesco (Produtor Cultural da Alliance Francaise do Mindelo)


“É nesta ambiguidade e no humor um pouco retorcido do autor que reside a originalidade e qualidade do livro. É nesta aparente inocência e simplicidade com que retrata a natureza humana e com que ao de leve aflora e história e a cultura desta ilhota deserta que está a beleza, a complexidade, e o mistério que encerra. E se este livro for capaz de despertar a curiosidade e as perguntas das crianças e dos jovens, e se obrigar os adultos a refletir antes de responder, terá cumprido integralmente a sua missão junto do seu público que, afinal, somos todos nós.”Ana Cordeiro (antiga directora do Centro Cultural Português do Mindelo – Instituto Camões)



“Um conto infantil fora do comum, sem uma moral final e bem definida e sem o clássico de Grimm ‘e viveram felizes para sempre’ (...) Mindelo agradece, Cabo Verde agradece, as crianças agradecem. A partir de agora sei mais uma história para contar minha filha ao deitar-se”Neu Lopes (Produtor e Realizador)






“Li e gostei. Fez-me lembrar a obra ‘O Principezinho’ [Antoine de Saint-Exupéry] por causa do lado do isolamento na nossa ilha e porque a personagem de ‘A fita cor-de-rosa’ ser parecida com o Príncipe que era solitário, inocente e, ao mesmo tempo, cheio de sabedoria”Hernâni Almeida (Músico)





Então fico a esperar a tua presença para dar apoio à Cultura de Cabo Verde.

A apresentação já foi notícia:






 
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