19 de agosto de 2010

Ode à Flápau

Tantas horas passadas
Quase sempre sentadas
Um desejo contido
Que num ápice é passado
Num tempo que dura um gemido
Um depois sofrido

Um olho no este
Numa mão o coração
O que perturba é uma peste
E a cabeça na outra… mão
Imagens projectados do leste
Aceleram a fricção

O abandono total
O mel branco triunfante
A satisfação parcial
Calmo como o elefante
Rápido como o chacal

O estado de negação
O dever da reacção
Creme, saliva, azeite ou sabão
Porque de todos pode cuidar o papel
De presente só te posso oferecer um anel
Minha querida mão

1 comentários:

fabio rodrigues disse...

um gosta tcheu des poéma, se bo cotinua te escreve essim bo é proximo eugénio tavares!!!

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